
Estamos no fim de semana "Não". Judson fez quimioterapia e agora vive os efeitos colaterais dela. Os efeitos curadores não podemos ver, nem sentir, temos que imaginar que essa coisa tão desagradável o está curando. Temos que metalizar isso, para não cair nas queixas, nem se sentir vítima de nada. Prostração, inapetência, náuseas, fraqueza, mudanças de humor, muito sono....tudo isso acontece nesses dias, mas o que é incrível é que de alguma forma vamos encontrando maneiras de atravessar isso da melhor forma possível.
O fim de semana passado que chamei de "Sim", e que fomos pra Praia do Forte, namoramos, comemos, nos divertimos, nos amamos, faz oposição é esse fim de semana que é do "Não". Não podemos fazer nada, não saimos de casa, não rimos...ele descansa....come muito pouco, dorme...e eu faço companhia...fico ao lado, escutando e tentando atender as demandas.
Percebo o quanto essas denominações (Sim e Não) não revelam a verdade. Como todo rótulo, acaba por limitar e se distanciar da verdade. Me dou conta de que no fim de semana "Não", vivo intensamente questões internas, invisíveis, tenho ações de expressão minimalista do meu amor. Não mergulhamos no mar e nos beijamos, mas posso levar uma maçã já cortadinha em cubinhos pra ele no quarto. Posso ficar atenta ao que ele precisa e tentar atender. Compreendo que são dias muito ativos, silenciosamente ativos. Faço muitas coisas pequenas, silenciosas...e o meu mundo interno está em constante movimento.... reflito, medito, estou atenta a tudo, minha mente fica expandida e concentrada ao mesmo tempo... é a ação na inação!
Bom, esses dias passarão, como tudo. E nós, com todas as vivencias com as quais fomos contemplados, estaremos aqui para contar histórias e para nos olharmos sem arrependimentos, e com a paz no coração própria daqueles que sabem que fizeram tudo que podiam e da melhor forma possível.
Namastê!
Ludmila
P.S. Em Paris....
O fim de semana passado que chamei de "Sim", e que fomos pra Praia do Forte, namoramos, comemos, nos divertimos, nos amamos, faz oposição é esse fim de semana que é do "Não". Não podemos fazer nada, não saimos de casa, não rimos...ele descansa....come muito pouco, dorme...e eu faço companhia...fico ao lado, escutando e tentando atender as demandas.
Percebo o quanto essas denominações (Sim e Não) não revelam a verdade. Como todo rótulo, acaba por limitar e se distanciar da verdade. Me dou conta de que no fim de semana "Não", vivo intensamente questões internas, invisíveis, tenho ações de expressão minimalista do meu amor. Não mergulhamos no mar e nos beijamos, mas posso levar uma maçã já cortadinha em cubinhos pra ele no quarto. Posso ficar atenta ao que ele precisa e tentar atender. Compreendo que são dias muito ativos, silenciosamente ativos. Faço muitas coisas pequenas, silenciosas...e o meu mundo interno está em constante movimento.... reflito, medito, estou atenta a tudo, minha mente fica expandida e concentrada ao mesmo tempo... é a ação na inação!
Bom, esses dias passarão, como tudo. E nós, com todas as vivencias com as quais fomos contemplados, estaremos aqui para contar histórias e para nos olharmos sem arrependimentos, e com a paz no coração própria daqueles que sabem que fizeram tudo que podiam e da melhor forma possível.
Namastê!
Ludmila
P.S. Em Paris....