Essa é minha nova tatuagem: O Nó sem Fim!
Minhas tatuagens tem história, elas tem um motivo e um significado.
Minhas tatuagens tem história, elas tem um motivo e um significado.
Essa é inspirada em um dos 8 Símbolos Auspiciosos do Budismo Tibetano, O Nó da Eternidade, ou o Nó sem Fim como prefiro chamá-lo.
Esse desenho indica a sabedoria e a compaixão ilimitadas.
Indica a continuidade da Vida.
Ele não tem começo, nem fim.
Essa é a minha linda tatuagem, pela qual estou apaixonada agora!
Falarei aqui sobre o que ela significa para mim. Não darei aulas de budismo, porque nem poderia e provavelmente um budista estudioso se arrepiará com minhas meditações, mas elas são as minhas meditações sobre esse símbolo! São minhas e sobre esse momento. Não entendam e nem aceitem esse post, como um ensinamento, por favor!!!
Ele não tem começo, nem fim.
Essa é a minha linda tatuagem, pela qual estou apaixonada agora!
Falarei aqui sobre o que ela significa para mim. Não darei aulas de budismo, porque nem poderia e provavelmente um budista estudioso se arrepiará com minhas meditações, mas elas são as minhas meditações sobre esse símbolo! São minhas e sobre esse momento. Não entendam e nem aceitem esse post, como um ensinamento, por favor!!!
Bom...vamos às minhas meditações...Gosto dessa idéia de que algo que não começa do Zero. Para mim nada começa do zero. O nada, nada pode gerar! Temos sempre uma bagagem atrás que nos alimenta de alguma forma. As lutas que vivemos hoje foram alimentadas, ou iniciadas por gerações antes da nossa. Ou algo que recebemos da vida hoje, foi plantado em algum momento atrás. Gosto de pensar nas muitas gerações de mulheres que vieram antes de mim e que conquistaram tantas coisas que hoje posso fazer, realizar...gosto de pensar nisso e de alimentar uma gratidão por todos que vieram antes de mim.
Gosto de pensar a Vida como uma seqüencia infinita de começos e recomeços. Quando penso assim, entendo que nada do que fazemos fica escondido em algum canto qualquer. Esse símbolo me leva a pensar que teremos que rever tudo em algum momento, ou que reencontraremos com tudo e com todos em algumas dessas curvas da vida. Não há como fugir das nossas pendências. Não existe a menor chance de colocarmos algo debaixo do tapete e fazermos de conta que ele não existe ou nunca existiu.
Esse símbolo me lembra de que não conseguirei fugir das minhas sombras, elas virão atrás de mim em algum momento, ou elas simplesmente aparecerão diante de mim em alguma curva que a vida me levar a fazer. Esse símbolo me alerta de como é mais fácil viver de forma honesta, direta, clara, sem subterfúgios, sem dissimulações, sem tentativas de mostrar aquilo que não sou, pois a vida se encarregará de revelar...
Se toda a VIDA está girando nesse nó sem fim, não há rotas de fuga! Não há como fugir das Verdades. Não há possibilidade de fugir de mim mesma, quanto mais daquilo que preciso aprender! Se eu tento...posso até adiar a experiência, mas não por todo tempo..ela virá, em algum momento a experiência necessária chegará, e me conduzirá ao aprendizado que preciso.
Tenho algum tipo de arbítrio (mínimo) sobre o tempo, mas mesmo assim, é um pequeno poder, não é tão grande quanto eu quero acreditar. Posso arbitrar adiar uma experiência, mas nunca posso arbitrar sobre não ter aquele aprendizado, e nem posso imaginar adiar por todo o tempo que eu quiser...os giros da vida vem e nos colocam de volta ao mesmo lugar. Diante da mesma história. Talvez os personagens tenham mudado, mas os conteúdos não.
Isso não é um castigo. Os Budistas entendem como compaixão, como a suprema misericórdia, pois é a chance de nos revermos, de limparmos o que sujamos, de atualizarmos nossas experiências..de pedirmos desculpas, de reeditar algumas histórias, de fazermos o que fizemos antes, só que agora de uma forma mais decente, mais honesta, mas verdadeira, mais honrada. Isso é compaixão....a chance interminável de nos reconstruirmos. Bom, né?
Nem sempre as pessoas gostam muito dessa idéia. Principalmente quando o aprendizado mobiliza com a vaidade, com a imagem, e por não gostarem gastam uma energia imensa tentando fugir dela...ou tentado convencer a si mesma e ao outro que não tem nada a ver com isso, que aquela experiência não é sua, que ela é uma vítima de outro alguém...perda de tempo. Tudo é justo..e tudo que está no âmbito do seu "Nó", é seu! Só voce poderá viver! O que está no meu "Nó" é meu e só eu poderei viver!!! Sem vítimas, sem algozes!
Esse "Nó" pode ser entendido , pelos inconscientes, como um verdadeiro inferno...pois não há saídas..mas não é ..é justo..é na medida exata..nem mais, nem menos. Mas é um verdadeiro céu, no momentos em que estamos colhendo as frutas de boas sementes...
Transceder..precisaremos transcender! Essa é a forma de libertação...
Sobre isso, falei em um post antigo, motivado por uma outra tatuagem (essa aí) , vão lá ver!
Mas..por enquanto..tô aqui apaixonada pela minha nova tatuagem, e encantada com a vida. encontrando as boas sementes (méritos) que plantei em algum lugar na minha vida e as sementes não tão boas assim..que também plantei! Tudo justo...tudo meu! Não há nada que colho, bom ou ruim que não tenha sido gerado por mim mesma em alguma curva desse NÓ!
Sem queixas vou colhendo meus frutos!
...e como me sinto feliz e em paz...devo ter plantado coisas boas por aí!
Namastê
Ludmila Rohr
Gosto de pensar a Vida como uma seqüencia infinita de começos e recomeços. Quando penso assim, entendo que nada do que fazemos fica escondido em algum canto qualquer. Esse símbolo me leva a pensar que teremos que rever tudo em algum momento, ou que reencontraremos com tudo e com todos em algumas dessas curvas da vida. Não há como fugir das nossas pendências. Não existe a menor chance de colocarmos algo debaixo do tapete e fazermos de conta que ele não existe ou nunca existiu.
Esse símbolo me lembra de que não conseguirei fugir das minhas sombras, elas virão atrás de mim em algum momento, ou elas simplesmente aparecerão diante de mim em alguma curva que a vida me levar a fazer. Esse símbolo me alerta de como é mais fácil viver de forma honesta, direta, clara, sem subterfúgios, sem dissimulações, sem tentativas de mostrar aquilo que não sou, pois a vida se encarregará de revelar...
Se toda a VIDA está girando nesse nó sem fim, não há rotas de fuga! Não há como fugir das Verdades. Não há possibilidade de fugir de mim mesma, quanto mais daquilo que preciso aprender! Se eu tento...posso até adiar a experiência, mas não por todo tempo..ela virá, em algum momento a experiência necessária chegará, e me conduzirá ao aprendizado que preciso.
Tenho algum tipo de arbítrio (mínimo) sobre o tempo, mas mesmo assim, é um pequeno poder, não é tão grande quanto eu quero acreditar. Posso arbitrar adiar uma experiência, mas nunca posso arbitrar sobre não ter aquele aprendizado, e nem posso imaginar adiar por todo o tempo que eu quiser...os giros da vida vem e nos colocam de volta ao mesmo lugar. Diante da mesma história. Talvez os personagens tenham mudado, mas os conteúdos não.
Isso não é um castigo. Os Budistas entendem como compaixão, como a suprema misericórdia, pois é a chance de nos revermos, de limparmos o que sujamos, de atualizarmos nossas experiências..de pedirmos desculpas, de reeditar algumas histórias, de fazermos o que fizemos antes, só que agora de uma forma mais decente, mais honesta, mas verdadeira, mais honrada. Isso é compaixão....a chance interminável de nos reconstruirmos. Bom, né?
Nem sempre as pessoas gostam muito dessa idéia. Principalmente quando o aprendizado mobiliza com a vaidade, com a imagem, e por não gostarem gastam uma energia imensa tentando fugir dela...ou tentado convencer a si mesma e ao outro que não tem nada a ver com isso, que aquela experiência não é sua, que ela é uma vítima de outro alguém...perda de tempo. Tudo é justo..e tudo que está no âmbito do seu "Nó", é seu! Só voce poderá viver! O que está no meu "Nó" é meu e só eu poderei viver!!! Sem vítimas, sem algozes!
Esse "Nó" pode ser entendido , pelos inconscientes, como um verdadeiro inferno...pois não há saídas..mas não é ..é justo..é na medida exata..nem mais, nem menos. Mas é um verdadeiro céu, no momentos em que estamos colhendo as frutas de boas sementes...
Transceder..precisaremos transcender! Essa é a forma de libertação...Sobre isso, falei em um post antigo, motivado por uma outra tatuagem (essa aí) , vão lá ver!
Mas..por enquanto..tô aqui apaixonada pela minha nova tatuagem, e encantada com a vida. encontrando as boas sementes (méritos) que plantei em algum lugar na minha vida e as sementes não tão boas assim..que também plantei! Tudo justo...tudo meu! Não há nada que colho, bom ou ruim que não tenha sido gerado por mim mesma em alguma curva desse NÓ!
Sem queixas vou colhendo meus frutos!
...e como me sinto feliz e em paz...devo ter plantado coisas boas por aí!
Namastê
Ludmila Rohr

